Attalea speciosa

Attalea speciosa

Dossiê das Plantas

Attalea speciosa

Attalea speciosa
  • Nome Comum: babaçuzeiro, babaçu, baguaçu, aguaçu, auaçu, bauaçu, guaguaçú, uauassu, coco-de-macaco, coco-de-palmeira, coco-naiá, coco-pindoba, palha-branca
  • Nome Científico: Attalea speciosa
  • Grupo: Palmeiras

Autor: Raul Cânovas

O rei Attalus III, que governou a cidade de Pérgamo (atual Bergama) na Turquia no século I, era um apaixonado pela flora de seu país. Ele foi lembrado quando os botânicos batizaram, cientificamente, esta palmeira típica no nordeste.
Nos babaçuais trabalham milhares de pessoas, predominantemente mulheres, na extração do óleo das sementes, para a indústria alimentícia, construção e artesanato. Na cosmética, os produtos derivados deste óleo são muito apreciados no mercado europeu.
Paisagisticamente é formidável por causa de sua rusticidade e imponente presença.
 

Sinônimos estrangeiros babasu palm, cusi palm (em inglês); babassou (em francês); cusí (na Bolívia); motacu, motacuchi, babasú, shapaja, catirina, palma babasu, babaçu (em espanhol)
Família Arecaceae
Características palmeira de tronco simples e robusto
Porte 10 a 30m de altura
Fenologia verão
Cor da flor creme amarelada
Cor da folhagem verde-claro
Origem Guiana, Suriname, Brasil, Bolívia (bacia amazônica, principalmente no Tocantins, Maranhão e Piauí onde é predominante)
Clima Tropical
Luminosidade Pleno sol

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